sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Dia Mundial de combate a AIDS



Hoje, 1º de dezembro, é o dia mundial de combate à AIDS, doença que já ceifou tantas vidas e que ainda assusta pelo aumento exponencial do número de casos em todo o mundo.

Informe-se, previna-se: faça o teste. Quanto mais cedo descoberta, maior possibilidade de controle.

Veja esta entrevista que concedi a um canal de TV daqui de Maceió, a TV Educativa, em duas partes:





Até a próxima!




sábado, 24 de novembro de 2012

Vigília pela vida nascente





Vamos disseminar esta atitude? A vida humana tem sofrido mais e mais revezes. Não podemos ficar parados.

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Por uma cultura de vida e de amor

BRASÍLIA, sexta-feira, 23 de novembro de 2012 (ZENIT.org) - No ano de 2010, para as vésperas do 1º Domingo do Advento, o Papa Bento XVI propôs uma “Vigília pela Vida Nascente” a toda Igreja católica. Esta proposta foi acolhida por várias dioceses e paróquias no Brasil. Este ano, por iniciativa de algumas dioceses, paróquias e comissões de defesa de vida, foi retomada a proposta. Muitos, em todo o nosso país, constroem esse momento, multiplicando partilhando essa ideia através do repasse, objetivando a realização de um ato em favor da vida.

No site da CNBB, na parte da Comissão Vida e Família, encontram-se a carta de motivação, enviada pelos presidentes da Congregação do Culto Divino e do Pontifício Conselho para a Família, bem como um roteiro para preparar uma vigília, além de sugestões de cantos. O subsídio “Hora da Vida” também traz uma sugestão de roteiro para uma vigília pela vida, e pode ser adquirido junto à Pastoral Familiar.

O Papa havia também falado da possibilidade de se realizar uma adoração ao Santíssimo Sacramento. Pode-se dar criatividade à ideia realizando orações por “uma cultura de vida e de amor”, durante contexto litúrgico do Advento, na celebração eucarística, cuja intenção seja a acolhida da vida, sua proteção e sua promoção, em todas as fases.

Nesta ocasião, é oportuno lembrar que a coleta de assinaturas para o Estatuto do Nascituro continua sendo feita no site da Pastoral Familiar (www.cnpf.org.br). O projeto de lei do Estatuto do Nascituro se encontra agora na Comissão de Finanças e Tributação. É de suma importância que haja favorável manifestação popular junto aos deputados desta Comissão:

Sugerem-se também orações pela proteção da vida em nossas grandes cidades, perturbadas pela violência, e para que a paz seja possível e presente nos países em guerra.

Para maiores informações:
Raimundo e Vera Lúcia – Casal coordenador nacional da Pastoral Familiar: ticovera@terra.com.br
Pe. Rafael Fornasier - CEPVF/CNPF: perafaelfornasier@gmail.com


sábado, 30 de junho de 2012

É a vida, é bonita, é bonita!!



Já dizia o genial Gonzaguinha, como no título desta postagem: a vida é bonita!

Fatos recentes contra e a favor da vida acontecidos recentemente me instigaram a postar novamente.

Primeiro, novamente o governo petista usando subterfúgios para ir minando a resistência dos defensores da vida. Como não conseguiu aprovar a descriminização do aborto, agora o governo ataca a vida com uma tritste "política de redução de danos". Trata-se de orientar o sistema de saúde a acolher a mulher decidida a fazer o aborto clandestino e dar a ela informação sobre riscos à saúde e métodos existentes. Ainda não é oficial, mas creio que será uma questão de tempo, infelizmente. Precisamos, todos nós, posicionarmo-nos contra mais este atentado à vida. Vários blogs católicos já denunciaram o fato, tais como o Voto Católico, Voz da Igreja , Sentinela Católica e o É Razoável Crer.


Não sou advogado, mas entendo que tal "orientação" só seria válida se fosse para convencer a gestante em questão a desistir do aborto, caso contrário seria como incitação ou facilitação ao crime - lembro mais uma vez que o aborto ainda é crime no Brasil e vai continuar a ser pecado gravíssimo perante a Lei Divina, mesmo que tal desgraça seja aprovada em nosso país.


Agora, uma boa notícia, para compensar tantas más notícias neste campo: esta semana, no programa Mais Você, da Ana Maria Braga, foi veiculada a história de uma mãe que não desistiu de seu filho, mesmo tendo descoberto a gravidez e um câncer de mama ao mesmo tempo - leia a reportagem aqui.


Esta mãe, Simone Calixto, médica brasileira que morava no Canadá, ouviu muitas "recomendações" para abortar e tratar o câncer com mais tranquilidade; mas ela, corajosamente, resolveu enfrentar a adversidade. Encontrou em São Paulo um médico com experiência bem sucedida de tratamento para câncer em gestantes, o Dr. Waldemir Resende, do Hospital das Clínicas, de São Paulo, e hoje a criança está bem, saudável, e ela, se recuperando do tratamento.

São notícias como esta que nos enchem de ânimo para continuar a lutar pela vida, sempre!






terça-feira, 17 de abril de 2012

Jornal do Brasil - País - STF decide por 8 a 2 que não é crime aborto de feto anencéfalo



Meu Deus, onde vamos parar?

Novamente, o STF legisla, quando não deveria - não é seu papel constitucional. Mas o fez.

O STF decidiu que há pessoas de segunda categoria, que podem ser eliminadas sem qualquer apelação, pois não têm valor como seres humanos - são os bebês anencéfalos, que já podem ser abortados sem que seja crime contra a vida.


Muito, muito triste. Aonde vamos parar? Agora foram os anencéfalos, daqui a pouco serão os portadores de outras anomalias? Onde esta matança vai matar? Hitler, infelizmente, começou assim, ao querer criar uma raça superior. Não estou exagerando - leiam a história dele.

Espero que a próxima cassação não seja a da objeção de consciência...

Este artigo do Jornal do Brasil é extenso, mas vale a pena ler, pois ele detalha os votos de cada ministro:

Jornal do Brasil - País - STF decide por 8 a 2 que não é crime aborto de feto anencéfalo


domingo, 18 de março de 2012

Eleonora Menicucci volta a atacar: agora ela mira nos médicos que não praticam aborto por objeção de consciência!



Só faltava esta, agora! A ministra quer mandar até na consciência dos médicos que se recusam a abortar, mesmo em casos previstos em lei. É o fim da picada, é uma lástima, embora eu já esperasse por isto...

Leia no link abaixo o comentário de Reinaldo Azevedo sobre esta triste declaração da senhora ministra. Assino embaixo.

Que Deus tenha piedade de nós...

Eleonora Menicucci volta a atacar: agora ela mira nos médicos que não praticam aborto por objeção de consciência!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Boas Festas!



Glória a Deus nas alturas e paz na Terra aos homens de boa vontade!


Que as bençãos do Natal se estendam por todo o Novo Ano!

Boas Festas! Feliz Natal! Feliz Ano Novo!

sábado, 29 de outubro de 2011

Europa: Tribunal de Justiça protege embrião humano




Histórica sentença em um caso de patentes biotecnológicas

LUXEMBURGO, sexta-feira, 21 de outubro de 2011 (ZENIT.org) – O Tribunal Europeu de Justiça, com sede em Luxemburgo, ditou um histórica sentença a favor da dignidade do embrião humano desde a concepção. Trata-se de uma decisão emitida a partir de um pedido da organização ecologista Greenpeace, em um caso de patentes biotecnológicas.

A sentença declara que uma invenção biotecnológica não deve ser protegida juridicamente quando, para o seu processo, haja requerido a prévia destruição de embriões humanos ou o uso deles como materiais de base.

Em definitiva, não poderá ser patenteado um processo que implique na extração de uma célula-tronco de um embrião humano, nem sequer na etapa de blastócito (célula embrionária não-diferenciada), já que este
processo implica na destruição do embrião.

O caso que deu lugar à sentença se originou a partir da decisão do Tribunal Federal de Justiça da Alemanha, a pedido da organização ecologista Greenpeace, de submeter a patente desenvolvida por Oliver Brüstle, em 1997, ao Tribunal Europeu, para que fosse este quem interpretasse a expressão “embrião humano”, a qual se refere o art. 6 (2) (c) da Diretiva da União Europeia 98/44/EC sobre a Proteção Jurídica das Invenções
Biotecnológicas.

Agora, a sentença do Tribunal de Luxemburgo se pronunciou no sentido de que a Diretiva protege todos os estágios da vida humana, ao excluir o embrião humano da proteção das patentes.

A falha proporciona assim uma correta definição do “embrião humano” como um “organismo capaz de iniciar o desenvolvimento de um ser humano”, seja o resultado da fecundação ou o produto de uma clonagem.

Em concreto, a falha da sentença confirma que a legislação europeia relativa à proteção jurídica das invenções biotecnológicas deve ser interpretada no sentido de que constitui um “embrião humano” todo óvulo
humano a partir do estágio da fecundação, todo óvulo humano não-fecundado no qual tenha se implantado o núcleo de uma célula humana madura, e todo óvulo humano não-fecundado estimulado para dividir-se e desenvolver-se mediante partenogêneses (reprodução baseada no desenvolvimento de células sexuais
femininas não-fecundadas).

Além disso, a sentença exclui que possa ser patenteada uma invenção que tenha implicado a destruição prévia de embriões humanos o sua utilização como matéria-prima, seja qual for o estágio em que estes se utilizem.

A associação espanhola Profesionales por la Ética comemorou esta decisão do Tribunal Europeu “a partir da convicção de que a proteção da vida humana requer, no contexto das atuais pesquisas biotecnológicas, uma definição ampla do que deve ser entendido por 'embrião humano'”.

Dessa maneira, além disso, “reforça-se o caráter ético de tais pesquisas e, em definitiva, a melhor e mais eficaz opção pelas células-tronco adultas.

Segundo a associação, “a negativa da patente à pesquisa com células embrionárias na Europa faz que, a partir desta histórica sentença, tal linha de pesquisa seja muito menos atraente do ponto de vista dos
interesses financeiros que, em boa medida, a sustentavam”.

É possível ver o texto completo da sentença do Tribunal Europeu de Justiça no caso Brüstle vs. Greenpeace, de 18 de outubro de 2011.

Para saber mais: http://www.profesionalesetica.org



sábado, 17 de setembro de 2011

O valor da vida humana



A vida humana não tem mais valor para muita gente. Basta observar a tendência de opinião das pessoas sobre assuntos que não deveriam sequer ser discutidos se lícitos ou ilícitos, como é o caso do aborto, da pena de morte, da eutanásia etc.

Não se leva em consideração que uma gestação de uma mulher dará origem a outro ser humano, e não a um repolho ou um cachorro; discute-se até a exaustão se o aborto seria crime ou não, como se aquele pequeno óvulo fecundado não estivesse vivo e não fosse um ser humano. Não se leva em consideração o valor da vida de uma pessoa que está sofrendo de uma doença grave e incurável, ou se encontra em estado irreversível, como se a vida fosse algo secundário ou descartável...

De outro lado, aqui no Brasil, os projetos de lei que tentam implantar a pena de morte são rapidamente rechaçados porque seriam “cruéis e desumanos”, embora a cada vez que ocorre algum assassinato brutal e ou cruel o assunto volta, mesmo que timidamente. Entretanto, as mesmas pessoas que condenam a pena de morte aprovam atos de barbárie, como linchamentos em praça pública...

Outro fato que tem me causado impacto é a frieza das pessoas que conseguem, diante de uma tragédia, pensar em tirar vantagem pessoal. Falo aqui dos saques a cargas de caminhões tombados nas ruas e estradas, que já se tornou lugar comum, que evoluiu com tal perversidade das pessoas que já nem se tenta socorrer as vítimas; a turba ensandecida só pensa em saquear o que puder. Ninguém sequer tenta socorrer as vítimas.

Alguns fatos recentes me chocaram: o turista francês que caiu do bondinho no Rio de Janeiro e teve sua máquina fotográfica roubada enquanto ainda agonizava, sem receber socorro. E nesta semana, quatro pessoas da mesma família, que estavam indo de Chã Preta a Viçosa após fazer feira, foram atingidos de frente por uma caçamba e tiveram morte instantânea. O carro ficou completamente destruído, mas mesmo assim, a população da área ainda teve a frieza de roubar toda a feira, os chaveiros com as chaves dos ocupantes do carro, os telefones celulares e até o estepe, antes que a polícia chegasse.

Sinais dos tempos difíceis que estamos vivendo, nos quais o próprio umbigo vale mais que tudo...

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Trinta anos de HIV e AIDS: avanços e retrocessos


A pandemia da AIDS, que já completou 30 anos, mudou o mundo. Esta doença provocou mudanças de comportamento e de mentalidade, algumas para melhor, outras nem tanto. Hoje já se fala mais abertamente sobre sexo, o que é saudável; não se pode esconder sob um véu de falso moralismo algo tão importante na vida de todas as pessoas. É preciso conhecer para viver uma sexualidade saudável.

Mas há abusos, e muitos. Apesar dos dados oficiais retumbantes, ainda há muita desinformação e preconceito de todos os lados. Dados da Organização Mundial de Saúde informam existirem 42 milhões de casos de HIV / AIDS em todo o mundo até dezembro de 2010; e no Brasil, no mesmo intervalo, 592.914 casos confirmados pelo Ministério da Saúde. Os dados da OMS mostram que a população mais vulnerável ao HIV, com taxas de infecção maciça em alguns países, mas que varia de 2% a mais de 60% do grupo populacional, é o de homossexuais masculinos, nas suas mais variadas formas (homossexual, bissexual e transsexual). No Brasil, a contaminação pelo HIV da população homossexual é de 10%; o risco de um homossexual se contaminar sexualmente pelo HIV é 20 vezes maior que de um heterossexual. São dados alarmantes, mas que parecem não convencer o Ministério da Saúde do Brasil, as secretarias estaduais e municipais deste país enorme e os grupos de defesa dos homossexuais, que insistem apenas no uso do preservativo para conter a AIDS...

Entretanto, os grupos de defesa dos homossexuais estão cada vez mais agressivos e pleiteando direitos que não lhes compete. Eles querem que todo mundo ache certo, normal e natural seu modo de vida, e pior que isso, querem incriminar quem ousar pensar diferente – é só ver o famigerado PL 122, que criminaliza a homofobia, a ponto de querer impedir manifestações de consciência contrárias, como a de religiosos. Um ponto culminante do preconceito às avessas partiu dos próprios grupos de defesa dos homossexuais na última parada gay de São Paulo, quando eles partiram para o deboche e o desrespeito com símbolos religiosos católicos e até distorceram frases bíblicas para justificar suas atitudes. Sobre estes fatos lamentáveis, vale a pena ler as manifestações lúcidas do Cardeal Odilo Scherer, de São Paulo e do bispo auxiliar de Aracaju, Dom Henrique Soares da Costa:

http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/artigos/2011/artigos_110628_parada_gay.htm

http://costa_hs.blog.uol.com.br/arch2011-06-26_2011-07-02.html#2011_06-27_00_41_35-2574690-0

Os homossexuais têm que lutar para ter seus direitos de cidadãos reconhecidos, contra a discriminação, mas não podem impor seus conceitos a quem quer que seja. Eles têm direito de pensar e agir diferente, e nós temos o direito de não concordar. Ponto.

Mais uma vez, a Igreja mostra, serenamente, qual é o caminho a seguir – para todos: abstinência sexual para os solteiros e fidelidade conjugal para os casados. Sem uma mudança profunda de mentalidade e de atitudes, não vamos vencer a AIDS e continuarão a ocorrer muitos casos entre os homossexuais, que são o grupo populacional mais vulnerável. Não basta usar camisinha, é obrigatório reduzir o número de parceiros e as práticas sexuais de risco.

Que Deus nos ajude a enfrentar mais esta tempestade que a Igreja está passando. Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!